Quem disse que o Brasil não manda bem nos games? De uns tempos pra cá, a cena indie nacional tem mostrado que talento é o que não falta por aqui. Os estúdios brazucas estão metendo o pé na porta com títulos criativos, jogabilidade viciante e visuais que não ficam devendo nada pra gringa. Se liga nessa seleção de 10 estúdios que estão fazendo bonito dentro e fora do país!
1. Aquiris Game Studio – Porto Alegre (RS)
Os caras começaram em 2007 e ficaram mundialmente conhecidos com Horizon Chase, um tributo direto aos clássicos de corrida dos anos 90, tipo Top Gear. O visual colorido, a trilha sonora empolgante e a jogabilidade arcade conquistaram os fãs de nostalgia pura. Recentemente, a Aquiris foi adquirida pela Epic Games, mostrando que o talento nacional tá chamando atenção dos gigantes.
2. Behold Studios – Brasília (DF)
Fundada em 2009, a Behold Studios ficou famosa por Knights of Pen and Paper, um RPG que mistura humor, metalinguagem e nostalgia dos tempos de mesa de papel e dado. O sucesso foi tanto que o jogo ganhou sequência e versões para várias plataformas. Eles também mandaram bem com Chroma Squad, uma homenagem hilária aos tokusatsus, tipo Power Rangers, com estratégia e muita zoeira!
3. Long Hat House – Belo Horizonte (MG)
O estúdio mineiro chegou chutando a porta com Dandara, um jogo de plataforma 2D cheio de estilo e mecânicas únicas de movimento, onde a protagonista desafia a gravidade. Inspirado na heroína brasileira Dandara dos Palmares, o game foi elogiado no mundo todo por sua arte pixelada e trilha sonora poderosa. É Brasilzão nos holofotes globais!
4. JoyMasher – São Paulo (SP)
Formada por um casal de desenvolvedores, a JoyMasher é tipo um DeLorean da nostalgia gamer. Seus títulos Oniken, Odallus: The Dark Call e Blazing Chrome são um prato cheio pra quem curte ação retrô estilo NES e Mega Drive. Blazing Chrome, inclusive, é um tributo descarado a Contra e ganhou destaque até fora do Brasil. 16-bits de puro amor!
5. Massive Work Studio – Natal (RN)
Do calor potiguar pro mundo, a Massive Work chamou a atenção com Dolmen, um soulslike espacial com pegada de terror cósmico. O jogo mistura exploração sci-fi com combate pesado e desafiador, sendo comparado a títulos de peso como Dark Souls e Dead Space. Publicado pela Prime Matter, o game mostrou que o Brasil também sabe fazer AAA de respeito.
6. Rogue Snail – Pernambuco (PE)
Esse time nordestino é conhecido por Relic Hunters, um shooter cooperativo com estilo cartunesco e gameplay frenético. O jogo conquistou uma comunidade fiel e virou até série animada da Netflix! Os caras prezam por acessibilidade e diversão acima de tudo, e prometem continuar expandindo o universo de Relic Hunters com novos títulos e histórias.
7. Miniboss – São Paulo (SP)
A dupla Amora Bettany e Santo Monteiro é responsável por visuais de cair o queixo em projetos indie. Eles trabalharam em Out There Somewhere, um puzzle-platformer com mecânicas criativas e design afiado, além de contribuírem para sucessos internacionais como Celeste. O talento visual do estúdio é referência no mundo pixel art!
8. ARVORE Immersive Experiences – São Paulo (SP)
Se o assunto é realidade virtual, os caras da ARVORE são monstros! Ganhadores do Emmy Award, eles criaram Pixel Ripped 1989 e Pixel Ripped 1995, experiências nostálgicas que misturam VR com a sensação de jogar na infância. O sucesso foi tão grande que o estúdio virou sinônimo de inovação no cenário VR mundial.
9. Duaik Entertainment – São Paulo (SP)
Com foco na cultura brasileira, a Duaik lançou Aritana and the Harpy’s Feather e sua sequência Aritana and the Twin Masks, aventuras inspiradas no folclore indígena. Os jogos trazem puzzles, ação e muita representatividade nacional, mostrando que o Brasil pode criar universos mágicos sem precisar copiar ninguém.
10. Pulsatrix Studios – São Paulo (SP)
Encerrando com chave de ouro, o estúdio paulista Pulsatrix é o responsável por Fobia – St. Dinfna Hotel, um survival horror que rivaliza com Resident Evil em tensão e qualidade gráfica. Produzido com Unreal Engine, o game impressionou o público e a crítica, firmando o Brasil como potência também no gênero de terror.