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E hoje (11) foi transmitido o penúltimo episódio de “Cavaleiros do Zodíaco: Alma de Ouro” com a aguardada luta de Aiolia, usando a armadura dourada de Odin contra o deus maligno Loki. Apenas os irmãos Aiolia e Aiolos restaram dos dourados, poderão eles impedir que a Lança Gungnir reapareça através da semente da Yggdrasil?

Como já era de se esperar, a batalha entre os dois é furiosa. Além da armadura e do punho Draupnir, Aiolia também recebe os poderes de Odin e ataca seu oponente com diversos combos e ataques devastadores. Loki sente a pressão, e apenas se defende, tentando ganhar tempo para a Gungnir reaparecer, o que está prestes a acontecer. Enquanto isso, Frodi e Sigmund, os únicos Guerreiros Deuses restantes, lutam contra os Einherjar.

Loki diz que, como foi ele quem ressuscitou os Einherjar/Cavaleiros de Ouro, ele pode acabar com eles quando quiser. E assim ele o faz, acabando com os demais guerreiros mortos, mas os dois dourados continuam de pé, surpreendendo o deus maligno.

Então temos outra revelação, feita por Lifia: não foi Loki quem ressuscitou os dourados, mas sim o próprio Odin, que percebeu os seus planos malignos e tomou o corpo de Lifia quando ela reviveu os cavaleiros de ouro, enganando assim o próprio Loki. Ela também explica para Aiolia que os cavaleiros não são Einherjar, mas que foram revividos completamente como eram antes, com corpo de carne e osso e alma.

O Leão desfere mais uma sequência de golpes destruidores lançando Loki sobre a Lança Gungnir, que acaba de ressurgir, atravessando o seu corpo. Mas o deus maligno não morreu, graças ao poder da Lança ele está de pé novamente, e agora mais poderoso do que nunca com a lança em mãos.

O poder da lança é tão imenso que em seu primeiro ataque atinge toda Asgard. Aiolia, para proteger o seu irmão do ataque da lança, se joga na frente dele e ambos caem em um abismo, mas sua armadura de Odin é destruída no processo.

Vários vilarejos e habitantes sofrem com o ataque da lança. Lifia, que está sem forças e quase morrendo, recebe a ajuda de uma força misteriosa, que não é de Odin. Ela se levanta e começa a rezar, despertando as armaduras de ouro de Leão e Sagitário, que tiveram o seu poder sugado pela Yggdrasil – assim como todas as demais armaduras douradas.

Loki aparece e lança um ataque para matar Lifia, porém ele é bloqueado por uma força misteriosa. Leão e Sagitário surgem trajando suas armaduras douradas. Enquanto ataca os dois, Loki é atingido por ataques bem conhecidos pelos fãs de CDZ: a Excalibur de Shura, Pó de Diamante de Camus, Outra Dimensão de Saga e Tesouro do Céu de Shaka.

Todos são bloqueados por Loki e sua lança Gongnir começa a ressoar. Eis que surge todos os outros 10 cavaleiros de ouro, todos usando suas armaduras (e alguém tinha dúvidas de que isso iria acontecer?).

Mu explica que a Lança Gungnir ressurgiu a partir do cosmo das armaduras de ouro, e se as 12 armaduras ressoarem umas com as outras, isso pode afetar o poder da lança. Isso explica como o ataque dela foi bloqueado contra a Lifia, um pouco antes.

Loki não entende porque eles não morreram quando foram sugados pela Yggdrasil. Eles então exlicam que foi graças ao poder de Afrodite, de tolerar o veneno de plantas. Como ele foi o primeiro a ser engolido pela árvore, ele pode proteger todos os outros cavaleiros, colocando-os em um estado de morte aparente, não sendo engolidos totalmente.

O episódio termina com os 12 dourados se reunindo para atacar Loki. Elevem seus cosmos, esse final foi cheio de emoção!

Aspectos técnicos

Assim como os episódios 10 e 11, o 12 manteve um excelente nível de qualidade, com lutas emocionantes e algumas surpresas reveladas (com direito até a uma nova vinheta), terminando com a tradicional reunião de todos os cavaleiros contra o mega poderoso chefão final – uma característica que já virou tradição na franquia, e que os fãs adoram.

Achei muito boa a explicação sobre o poder de Afrodite de salvar os demais cavaleiros da Yggdrasil, dando uma importância maior ao personagem na narrativa, que convenhamos, nunca teve grande destaque ou mesmo o carisma de Albáfica (Lost Canvas), por exemplo. O cara salvou os dourados e ainda enganou um deus asgardiano? Nada mal para o dourado mais zuado da internet né?

Outro elemento que achei bacana foi o “ponto fraco” da Lança Gungnir. Ela ressurgiu ao nosso mundo graças ao poder das armaduras douradas, então nada mais lógico que ela sofra algum tipo de influência delas, uma boa sacada da Toei.

Agora resta apenas um episódio para terminar a temporada e aparentemente, apenas uma pergunta ainda está sem resposta: qual ou quem é a força misteriosa que despertou Lifia e as armaduras de ouro? Afinal, quase todas as outras perguntas já foram respondidas e esclarecidas.

Quais são as suas expectativas para a emocionante conclusão, amigo leitor? Deixe seu comentário aí embaixo para nós!

Aproveite e confira nossas análises do episódios anteriores e uma matéria especial:

– Saint Seiya: Soul of Gold – confira as referências da mitologia nórdica usadas no novo CDZ

– Análise – Saint Seiya : Soul of Gold – S01E11 – O Nascimento do Tesouro Sagrado, a Lança Gungnir

Análise – Saint Seiya : Soul of Gold – S01E10 – A Luta Decisiva! Aiolia vs Andreas

Análise – Saint Seiya : Soul of Gold – S01E09 – Saga! O quente laço entre irmãos!

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– Análise – Saint Seiya: Soul of Gold – S01E07 – Armadura Divina vs Armadura Divina

– Análise – Saint Seiya: Soul of Gold – S01E06 – Entre nas Sete Câmaras da Yggdrasil

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