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Desde que a versão remasterizada de The Elder Scrolls V: Skyrim foi anunciada na E3 2016, alguns fãs vem querendo saber por que a Bethesda decidiu dar este tratamento para Skyrim ao invés de Morrowind ou Oblivion, jogos mais antigos.

Em entrevista ao site GameSpot, o chefe do marketing da Bethesda, Pete Hines, explicou que o trabalho necessário para fazer um remaster de Oblivion seria o mesmo que usariam na criação de algo novo.

“Oblivion tem 10 anos, então a quantidade de trabalho para aquele motor gráfico e aquela tecnologia serem convertidos e remasterizados, e fazer todas as coisas que gostaríamos era significativo,” disse Hines. “Não é impossível, mas era gigantesco. Seria como fazer um jogo completamente novo ou fazer Skyrim.”

Hines relembrou também que Skyrim havia sido convertido para o Xbox One pela equipe como um exercício técnico no início do desenvolvimento de Fallout 4 (via Game Informer), o que adiantou muito do trabalho a ser feito e influenciou na decisão de remasterizar o game.

Também foi explicado que o suporte para mods na remasterização ocorrerá da mesma forma que em Fallout 4 e que modificações existentes hoje no PC poderão ser rodadas em um novo kit de criação de mods, e daí publicadas na rede online da Bethesda para ficarem disponíveis também nos consoles.

Os mods atuais para PC, que hoje são feitos em 32 bits, terão de ser convertidos para 64 bits também através deste kit para poderem funcionar na nova versão do game para PC.

The Elder Scrolls V: Skyrim – Special Edition, como chama o remaster, não terá missões novas, virá com todos os DLCs e sairá para PC, PS4 e Xbox One no dia 28 de outubro.