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Diversos sites começaram a divulgar artigos a respeito do recém anunciado Call of Duty: WWII, que recebeu um trailer hoje.

De acordo com a Game Informer, não haverá regeneração automática para a vida do jogador na campanha, sendo necessário pedir ao médico do esquadrão para ser curado.

Além disso, não haverá munição à vontade para ser apanhada no jogo. Se ficar sem balas, terá de solicitar a um de seus companheiros um novo pente para poder recarregar sua arma.

“Você tem que se preocupar com cada bala,” disse Glen Schofield, co-fundador da Sledgehammer Games, ao site Polygon. “Você não é o super-herói. Você não pode simplesmente ficar parado tomando sete tiros, agachando e atirando de novo. É revigorante para nós lidar com recrutas que não são guerreiros de elite, para mostrar essa vulnerabilidade. Eles são ingênuos. Tem sido um desafio bem legal criar este diferente tipo de jogabilidade.”

Cada membro do esquadrão possui habilidades distintas para te ajudar ao longo da história. Como foi dito acima, um deles pode lhe fornecer um novo pente com munição e o médico pode te curar.

Também é possível perder membros do esquadrão durante as batalhas, o que afetará as habilidades que você terá disponível. Isso acarretará adicionalmente em um impacto emocional nos personagens. Tomar um tiro trará consequências toda vez.

Na campanha, os jogadores estarão na pele de Ronald “Red” Daniels, um jovem texano de 19 anos que não possui qualquer treinamento militar, sendo apenas um rapaz comum que precisou viajar até a Europa para lutar lado a lado com outros soldados.

Não sei você, mas essas informações me deixaram muito animado com o jogo.

Call of Duty: WWII sai no dia 3 de novembro para PS4, Xbox One e PC. No Brasil, o jogo custará R$ 199,90.