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City builders de 2026 apostam em cenários inusitados

Novos jogos do gênero levam construção de cidades a lugares improváveis.

🏙️✨ Em 2026, os city builders enlouqueceram (e eu adorei)!

Eu não sei em que momento os desenvolvedores de city builders se reuniram e falaram “gente, já deu de cidade normal no chão, né?”, mas 2026 chega oficialmente como o ano do surto coletivo mais criativo da história do gênero. E eu digo isso com carinho, empolgação e um leve brilho nos olhos.

Se antes a gente já achava incrível administrar esgoto, impostos e felicidade da população, agora a proposta é:
👉 construir cidades em lugares completamente malucos.
Tipo… em cima de uma baleia cósmica.
Ou num trem steampunk em movimento.
Ou ainda num mundo estilo Pokémon, mas “não é Pokémon, juro”.

Senta que lá vem a lista, porque meu cérebro TDAH está em festa 🎉

⚡ Uma Roma onde os deuses existem (e estão de mau humor)

Começando com Nova Roma, que chega já em janeiro de 2026 querendo provar que reconstruir uma cidade já é difícil… imagina com deuses te observando e jogando raio quando você faz besteira.

Aqui a ideia é reconstruir Roma depois da queda, cuidando da economia, da população e — detalhe importante — da paciência dos deuses, que não são exatamente conhecidos pela calma. O jogo já tem demo, e a vibe é aquela mistura deliciosa de estratégia, mitologia e “acho que irritei alguém lá em cima”.

🌳 Cidade em volta de uma árvore gigante (sim, é isso mesmo)

Seguimos para DarkSwitch, que chega em março de 2026 e basicamente diz:
“e se a sua cidade fosse vertical… e construída ao redor de uma árvore sagrada gigantesca… num mundo de fantasia sombria… com uma névoa enlouquecedora?”

É isso.
Elfos, construção vertical, sanidade mental da população indo pro ralo e aquela sensação constante de “talvez isso aqui vá dar errado”. Parece estressante? Sim. Parece incrível? Mais ainda.

🚂 Uma cidade inteira em cima de um trem steampunk

Agora segura essa: Steel Artery: Train City Builder.

Você constrói e gerencia uma cidade inteira em cima de um trem em movimento. Um trem steampunk. Com orcs. Com elfos. Com milhares de cidadãos autônomos vivendo suas vidinhas enquanto tudo sacoleja pelos trilhos de um mundo pós-apocalíptico.

Eu comecei achando que não era “pessoa de jogo de trem”.
Cinco segundos depois, eu era totalmente pessoa de jogo de trem.

🐋 Uma cidade nas costas de uma baleia cósmica (eu tô falando sério)

Sim. Isso existe. E se chama Beyond These Stars.

Aqui você constrói uma cidade nas costas de uma criatura cósmica gigante enquanto ela viaja pelo espaço. Além de cuidar da população (os “Peeps”), você precisa se comunicar com a baleia senciente e manter o ecossistema equilibrado.

É estratégia, é ficção científica, é filosofia existencial disfarçada de city builder.
Eu não pedi isso. Mas o universo claramente achou que eu precisava.

🏰 Um condado inteiro para administrar (não só uma cidade)

Se uma cidade só já não basta, County of Fortune chega em 2026 permitindo gerenciar várias cidades interconectadas dentro de um condado medieval inteiro.

Aqui a graça está nas relações entre os assentamentos: política, cultura, economia, identidade social… é quase um SimCity encontra Crusader Kings, só que mais contemplativo e menos “minha dinastia acabou”.

🐾 Um city builder em um mundo estilo Pokémon (mas não fala Pokémon)

Agora vem o meu favorito emocionalmente: Tamer Town.

Você constrói uma cidade em torno de criaturas colecionáveis, chamadas de Mokiton (não são Pokémon, viu? totalmente diferentes 👀).
São mais de 130 criaturas, arenas de batalha amigáveis, economia baseada em treinadores, decoração de cidade e aquele clima de “isso é perigosamente fofo”.

City builder + coleção de criaturas + arena?
Sim.
Meu tempo livre: acabou.

🕹️ Uma cidade nos anos 90 que você decora prédio por prédio

Por fim, temos Metropolis 1998, um city builder com estética retrô dos anos 90, visão isométrica clássica e… a possibilidade de decorar cada prédio individualmente.

É aquele jogo que conversa diretamente com quem cresceu jogando SimCity antigo, mas quer sistemas modernos por baixo do capô. E o melhor: já tem demo jogável, então dá pra sentir o gostinho agora.

💭 Conclusão caótica da Magali

Se 2026 continuar nesse ritmo, o gênero city builder oficialmente entrou na era do “por que não?”.
Por que não construir em árvores gigantes?
Por que não em trens?
Por que não em baleias espaciais?
Por que não misturar cidade com criaturas colecionáveis?

Eu, pessoalmente, dou total apoio a esse surto criativo.
Meu HD vai chorar. Meu tempo livre vai desaparecer.
Mas meu coração gamer? Muito feliz 💜

Magali "Pixel" Susana

Magali "Pixel" Susana é pseudônimo (para evitar gente chata me procurando nas redes)! Gamer das antigas, da época que checkpoint era coisa de filme de ficção científica. Com um coração pixelado e uma paixão que atravessa gerações, ela escreve para quem ama videogames com alma. Se você é da era dos disquetes, vai lembrar de mim... ou sentir que sempre me conheceu.
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