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Alunos de computação da Universidade Federal Fluminense desenvolvem game de ação que conta um pouco da história da fundação do Rio de Janeiro e outro que ajuda crianças com Síndrome de Down.

É sempre bom saber que mesmo diante da descrença de alguns em relação à ainda modesta indústria de games no Brasil, vários entusiastas, estudantes e empreendedores já estão conseguindo mudar um pouco essa realidade. A contribuição pode ser pequena, a princípio, mas já demonstra todo o potencial dos nossos profissionais na área de desenvolvimento de games.

Querem um bom exemplo do que estou dizendo? Melhor, darei dois então. Recentemente foram lançados, no Rio de Janeiro, dois novos jogos para as plataformas PC e Mac. Apresento-lhes França Antártica e Jecripe. Ambos foram desenvolvidos por alunos e colaboradores nos laboratórios de computação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e com investimento da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC).

A primeira fase do game França Antártica, que é um jogo de ação em 3D, se passa na Baía de Guanabara (RJ) no ano de 1552, época de importante presença francesa no local. O jogo é uma aventura em terceira pessoa e foi desenvolvido a partir da engine Unity3D. Já o Jecripe (Jogo de Estímulo a Crianças com Síndrome de Down em Idade Pré-Escolar), como o próprio nome diz, é voltado para crianças portadoras da Síndrome de Down, com idades entre 3 a 7 anos. O objetivo do game, também em 3D, é estimular a coordenação motora dessas crianças assim como sua capacidade de interação com o computador.

Para explicar como cada game foi desenvolvido, nada melhor que conversar com os responsáveis por cada um. Leia aqui a entrevista completa com os desenvolvedores Erick Passos (França Antártica) e André Brandão (Jecripe).