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EA e FIFA podem seguir caminhos opostos após quase 30 anos de parceria

O CEO da Electronic Arts, Andrew Wilson, parece estar pronto para abandonar a marca FIFA dos jogos de futebol da empresa, conforme informado em uma reportagem do site VGC.

Wilson alegou durante uma reunião interna que a FIFA havia impedido a EA de expandir seus jogos para além do modo tradicional de 11 vs 11 jogadores, ou “ecossistemas digitais mais amplos”, e sugeriu que o único valor que a EA obteve da licença em um ano sem Copa do Mundo foi “quatro letras na frente da caixa”.

Ficar livre da marca FIFA permitiria que a EA pudesse usar o dinheiro em outros projetos, além de implementar as mudanças que deseja de forma mais rápida.

Na mesma reunião, Wilson chegou a dizer que “a marca FIFA tem mais significado como videogame do que como órgão chefe do futebol”.

Provavelmente o motivo dele ter dito isso é que, segundo uma reportagem do New York Times publicada em 2021, as negociações entre a EA e a FIFA esfriaram porque o preço que a FIFA cobrou pela renovação das taxas de licenciamento quase dobrou, chegando a cerca de US$ 2,5 bilhões na próxima década.

Por enquanto ainda não existe nada de oficial com relação a isso, mas a EA deu a entender em outubro que se vier a se separar da FIFA, não precisará abrir mão das licenças relacionadas com os jogadores, ligas e estádios. A FIFA também divulgou que está aberta a trabalhar com outras empresas.

Caso esta situação se confirme, FIFA 23 poderá ser o último jogo da famosa franquia de futebol da EA a usar o nome FIFA.

Via Destructoid

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