Electronic Arts finge que é boazinha e diz que manterá o preço padrão. Mas segura esse plot twist, jogador: é só “por enquanto”.
🤑 EA e a generosidade com data de validade
Segura essa que veio direto do Departamento de Relações Públicas dos Carecas Bilionários™: a Electronic Arts, também conhecida como “aquela empresa que cobra até pelo botão de pause”, anunciou solenemente que NÃO vai aumentar os preços dos seus jogos. Por enquanto.
“Não pretendemos fazer nenhuma alteração nos preços neste momento”, disse o CEO Andrew Wilson, vestindo uma armadura feita de microtransações e lágrimas de jogadores. Mas ele foi além e completou com aquela poesia corporativa que aquece o coração de qualquer CFO:
“Já oferecemos um esquema de preços bastante amplo para nossos diversos produtos.”
Ah, sim, claro. O famoso “esquema amplo de preços”, também conhecido no nosso idioma como:
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Versão básica – US$ 70
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Deluxe – US$ 90 com uma skin dourada e acesso antecipado de 72 minutos
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Ultimate Do Fundo da Alma Edition – US$ 120 + lootboxes + emojis do FIFA que ninguém usa
📉 “Não vamos subir os preços”… ainda
O melhor da declaração da EA é o final da frase: “por enquanto.” É tipo aquele amigo que fala “relaxa, hoje é por minha conta”, mas no mês seguinte ele te manda um PIX agendado com juros.
Ou seja: os preços não vão subir AGORA. Mas não se acostuma, tá? Porque se a Nintendo tá vendendo jogo por US$ 80 e o Pokémon ainda vem com bug que te transforma num quadrado, imagina o que a EA vai inventar daqui a pouco?
🧠 Esquemas de preço e o MBA do FIFA
Segundo Andrew Wilson, a EA está apenas sendo fofinha e compreensiva ao “atender o espectro de preços.” Que fofo, né?
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Você pode jogar o FIFA Free to Play (com 35 telas de loja antes do chute inicial);
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Ou comprar o FIFA 26 Platina de Adamantium Edition por um valor que financia um PlayStation 6;
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Ou até se enganar com aquele EA Play que te dá 10 horas de teste… só pra você descobrir que vai precisar comprar o jogo completo mesmo.
🎮 Battlefield 6 vem aí… junto com a cartela de preços
E claro, o timing não é coincidência. A EA segurou o preço justamente porque tá prestes a revelar Battlefield 6 – aquele jogo que vai salvar o FPS tático ou enterrar a franquia de vez, dependendo do humor dos servidores no lançamento.
O multiplayer vai ser apresentado nesta quinta-feira (31) e deve vir acompanhado daquele famoso pacote de pré-venda cheio de versões, bônus digitais e aquele modo zumbi que ninguém pediu, mas vai tá lá, embrulhado com arte conceitual reciclada de 2012.
💡 RumbleTech em modo SUPER RUMBLE FINISH
EA dizendo que não vai subir os preços é tipo vendedor de carro usado falando “tá zero bala, chefe.” Você até finge que acredita… mas já procura o mecânico mais próximo.
É lindo ver empresas bilionárias com esse ar de “caridosa”, como se manter um jogo por US$ 70 fosse favor. Só esqueceram de avisar que esse é o valor da edição pelada, sem DLC, sem cosmético e com a interface cheia de botões chamando pra loja.
Mas hey, fica tranquilo:
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Você ainda pode jogar FIFA com o uniforme retrô do Real Madrid de 1932, desde que compre o pacote Lendas Platinum Plus.
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O novo Battlefield virá com mapas “otimizados” para DLC futura e o modo campanha vai durar 34 minutos — com sorte.
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E se reclamar, vem o EA Access te dar 10% de desconto na skin de band-aid do Mass Effect Remasterizado Remake Definitivo, agendado pra 2027.
🤡 EA, mestre do suspense e do preço dinâmico
A EA não vai subir o preço AGORA. É igual ao cara que segura o pum até sair da sala. Vai acontecer, só não vai ser na sua frente.
E quando chegar, vai ser assim:
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“Opa, novo Battlefield! Agora custa US$ 80. Mas vem com uma skin exclusiva de helicóptero rosa, olha que legal!”
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“Ah, você quer só o jogo base? Ih… isso a gente parou de vender. Agora é tudo bundle com lootbox de energia solar.”
Então aproveita, jogador. Comemora o milagre dos US$ 70. Porque a próxima fase é o “EA Super Valor Gold Standard”, também conhecido como pagar pra sofrer.