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Logo após o massacre de Suzano, que aconteceu no último dia 13 de março, diversas pessoas se manifestaram sobre a lamentável tragédia. Contudo, como já relatado pela mídia, os dois assassinos possuíam ligações com videogames – principalmente com ” Garena Free Fire” e “Counter-Strike”.

O vice-presidente da república, Hamilton Mourão, lamentou o ocorrido. Em sua declaração, fez a seguinte afirmação: “Hoje a gente vê essa garotada viciada em videogames e videogames violentos. Só isso que fazem. Quando eu era criança e adolescente, jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude, hoje não vemos mais essas coisas. É isso que temos que estar preocupados”.

Não é a primeira vez que atentados similares acontecem em solo nacional. Em 2011, o massacre do Realengo aconteceu no Rio de Janeiro. Um jovem com problemas de convívio social assassinou diversos estudantes em um estabelecimento de ensino.

Na ocasião, assim como em outras similares – como a tragédia de Columbine, nos Estados Unidos, há vários anos -, o elo de ligação entre atos de violência e jovens “viciados em games violentos” sempre é ressaltando por diversos especialistas e autoridades.

Dado o ressurgimento da discussão, vários jogadores se manifestaram nas redes sociais:

A hashtag “SomosGamersNãoAssassinos” é uma das mais populares nos assuntos mais discutidos mundialmente. Muitas pessoas, anônimos e influenciadores digitais, estão opinando sobre a postura contra os videogames de muitas figuras importantes da sociedade