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Scarlett Johansson, protagonista da adaptação hollywoodiana do mangá/anime “Ghost in the Shell“, voltou a comentar sobre a sua polêmica escalação para o filme, em uma personagem originalmente asiática.

Eu certamente nunca presumiria interpretar uma pessoa de outra raça“, disse a atriz em entrevista para a revista Marie Claire (via Yahoo!), que interpreta a Major Motoko Kusanagi.

A diversidade é importante em Hollywood, e eu não gostaria de sentir que interpretei um personagem que soa ofensivo“, acrescentou.

Ela também comentou que sente a pressão de ter uma grande franquia nas costas.

Ter uma franquia com uma protagonista feminina é uma oportunidade tão rara. Certamente, sinto a enorme pressão disso – o peso de uma propriedade tão grande em meus ombros“, admitiu.

Entre os assuntos discutidos ela falou sobre a posição da mulher na sociedade. “Embora eu seja uma das atrizes com mais trabalhos em Hollywood, não quer dizer que eu seja a mais bem paga. Eu tive que lutar por tudo o que tenho. Faz parte dessa política da indústria. É óbvio que as mulheres lutam pela igualdade em todos os setores. Sexismo é real.

Ghost in the Shell” é um mangá/anime com influências cyberpunk lançado em 1989 e que apresenta a policial ciborgue Motoko Kusanagi, que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos. O filme conta a história da Major (Scarlett Johansson), uma agente especial, uma ciborgue única, que lidera a força-tarefa de elite Seção 9. Dedicada a deter os mais perigosos criminosos e extremistas, a Seção 9 enfrenta um inimigo cujo único objetivo é destruir os avanços da HankaRobotic na tecnologia cibernética.

Com direção de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador), o filme tem estreia prevista para 30 de março de 2017.