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Fãs reclamam de Ghost of Yotei: “É Tsushima com bigode postiço!”

Sony promete inovação e entrega o mesmo jogo com filtro sépia e uma espada nova — parabéns pelo Photoshop, Sensei.

“Ghost of Yotei é um DLC disfarçado de jogo novo”, dizem os fãs revoltados que já platinaram Ghost of Tsushima 3 vezes e agora se sentem traídos como samurai que levou golpe pelas costas… do próprio cavalo.

Sim, senhoras e senhores, a Sony conseguiu a proeza de lançar Ghost of Tsushima 1.5 com nome de novela das seis, prometendo um “sucessor espiritual” e entregando um clone que parece ter saído direto de um pendrive de mod de Skyrim, pelo menos é o que os fãs tem falado por aí.

A internet não perdoou, e o Twitter — perdão, o X™ — virou um campo de batalha mais tóxico que duelo entre genin no Chunin Exam com os dois de ressaca.

Ghost of Yotei: agora com 20% mais sombra e 0% de novidade

A promessa era clara: “vamos inovar”. A execução? Trocaram a ilha, colocaram um novo chapéu no protagonista, adicionaram um NPC com olho de vidro e… pronto, tá novo!

A primeira gameplay mostrou exatamente o que todos temiam:

  • Mesma HUD

  • Mesmo sistema de stealth

  • Mesmos golpes de espada

  • Mesma pose do personagem quando olha pro horizonte e fala com o vento

  • E pasmem… o mesmo maldito cavalo.

O jogo podia muito bem se chamar “Ghost of Tsushima: Férias no Interior” ou “Ghost of Tsushima: Boca do Monte Edition”.

📺 “Parece um DLC.” — Todos com olhos

Sim, os fãs gritaram em uníssono:

“Parece DLC!”
“É só um mod!”
“Isso aí é o remaster do remaster com shader novo!”
“Chamei meu primo que é designer de interface e ele confirmou: é o mesmo jogo, só que agora com neblina mais densa.”

Até os menus são praticamente iguais. E o mapa? Só falta escrever “ilha nova, só que parecida”. A única coisa realmente nova é que agora tem uma vela que apaga com física realista. Parabéns, prêmio Nobel de inovação em jogos de samurai.

🎮 Sony, meu amor, para de copiar dever de casa com a fonte trocada

A comunidade já vem se acostumando com essa parada de “jogo novo que é só o anterior com dois shaders e um bigode”. Horizon Forbidden West, God of War Ragnarok, Spider-Man 2… tudo lindão, gostosinho, mas com cheiro de marmita esquentada no micro-ondas do Kojima.

Aliás, Kojima é o único que ousa, né? Enquanto os outros jogam seguro e fazem parkour igual, ele bota o Norman Reedus pra andar pelado no deserto com mochila nuclear e ainda convence a gente que é arte. Visionário ou apenas maluco? Sim.

💥 “Inovação”: agora com arma de fogo

A cereja do sushi veio quando os devs disseram:

“Mas calma, a gente colocou armas de fogo! Olha que inovação!”

Meu parceiro… colocar arma de fogo em jogo de samurai é tipo colocar guitarra elétrica em hino nacional — vai ter quem ache estiloso, mas a maioria vai perguntar se foi o sobrinho de 12 anos que deu a ideia.

Aí quando perguntam o que mais tem de novo, a resposta é:

“Agora dá pra chamar um corvo com um apito de bambu.”
Beleza, mas isso já não tinha no Far Cry 4?

🤔 RumbleTech opina com sarcasmo cirúrgico

Sony, cara… você é aquela ex que promete que mudou, mas no fundo só cortou o cabelo e voltou a fazer as mesmas cagadas. A gente ama você, mas não dá pra cair em golpe de marketing toda vez que aparece uma cerejeira no trailer e alguém fala ‘honra’ com voz grossa.

Ghost of Yotei pode até ser divertido, mas por enquanto tá parecendo o equivalente em videogame daquele episódio do Chaves onde ele coloca um bigode falso e tenta enganar o Seu Madruga. Spoiler: não convenceu ninguém.

🏮 Ghost of Yotei — o cosplay mais caro do ano

Se você ama Ghost of Tsushima, vai amar Ghost of Yotei, porque é basicamente a mesma coisa com outro nome. É tipo você ir num rodízio e perceber que o sushiman só trocou o peixe de lugar pra fingir que é prato novo.

Não que o jogo vá ser ruim, longe disso! Vai ser bom pra caramba! Só que a gente queria um “Ghost of Tsushima 2: A Revolta do Bambuzal”, e não “Ghost of Tsushima: DLC de Luxo que Custa 349 Reais no PS5”.

Zeca "RumbleTech" Rabelo

Zeca é o cara que joga tudo, reclama de quase tudo, mas só porque ama demais. Analisa jogos com um olho clínico de quem viveu a ascensão do 16-bits, sobreviveu aos gráficos do PS1 e agora exige 60 FPS até pra abrir o menu. Sarcástico, nostálgico e PC Master Race até a alma.
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