KOJIMA ADMITE: “NEM SEI SE VAI DAR CERTO.” TRADUÇÃO RUMBLETECH: SEGURA ESSA LOUCURA QUE LÁ VEM O HOMEM. Por RumbleTech, fã do Kojima desde antes dele descobrir que era artista conceitual interdimensional!
Quando Hideo Kojima abre a boca, você sabe que três coisas podem acontecer:
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Ele anuncia um jogo revolucionário.
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Ele anuncia um jogo que ninguém entende.
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Ele anuncia um jogo revolucionário que ninguém entende.
E dessa vez, com OD, aquele projeto de terror hipnótico distribuído pela Xbox, ele resolveu pular direto pra opção 3 com emoção. O homem simplesmente falou que “não sabe se vai dar certo”.
E, sinceramente? Se nem o Kojima sabe o que tá fazendo, aí é que eu confio MESMO.
👻 O HOMEM CRIOU JOGOS DE ENTREGAR ENCOMENDA E SABOTAR BASE MILITAR. AGORA QUER INVENTAR O TERROR QUÂNTICO.
Kojima disse ao ananweb que OD é tão diferente de tudo já feito no gênero que ele mesmo não consegue descrever o jogo. Sim, isso saiu da boca do criador de:
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um stealth sobre caixotes de papelão,
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um drama filosófico sobre carteiro de mochilão metafísico,
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e pelo menos quatro personagens chamados “algo-Man”.
Se esse homem diz que não sabe explicar o próprio jogo, prepara o sal grosso e a água benta porque a coisa é séria. Segundo ele:
“O trailer está cheio de dicas. Se você pensar bem, talvez descubra.”
Perfeito, Kojima. Da próxima vez que eu quiser entender uma história, eu contrato um detetive paranormal e alugo um quadro com fios vermelhos estilo série documental.
🎬 TRAILER DE OD: UM MONTE DE GENTE OLHANDO PRA CÂMERA, EU DESMAIANDO NO SOFÁ
Aquele trailer de setembro… meu amigo. Três atores olhando fixo pra câmera como se estivessem prestes a te julgar espiritualmente. O tipo de vídeo que você assiste e pensa:
“Eu cliquei aqui pra ver videogame ou pra ser amaldiçoado?”
Kojima diz que OD é um jogo de terror em primeira pessoa… Mas também diz que não é só isso. E também diz que não sabe se vai funcionar. E também diz que tá mudando “o modelo inteiro de serviço”.
Ou seja: a gente não tem ideia do que é, ele não tem ideia do que é, e a única certeza é que a Unreal Engine 5 vai sofrer pra renderizar essa maluquice.
🤯 KOJIMA E A ARTE DE INVENTAR O GÊNERO NOVO QUE NINGUÉM PEDIU, MAS TODO MUNDO JOGA
Lembre-se:
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Quando ele inventou stealth com Metal Gear, falaram que não ia dar certo.
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Quando ele inventou o simulador filosófico de Sedex, falaram que não ia dar certo.
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Quando ele colocou Mads Mikkelsen pra brilhar no escuro carregando bebê holográfico, falaram que não ia dar certo.
E deu certo. Então quando ele diz “não sei se vai funcionar”, o que ele quer dizer é: “Vai funcionar sim, mas vocês não estão preparados psicologicamente.”
🧪 TENTANDO DECODIFICAR O QUE É OD COM BASE NOS FATOS (QUE SÃO QUASE NENHUM)
O que sabemos:
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É terror.
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É Kojima.
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É Xbox Game Studios.
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É Unreal Engine 5.
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É experimental pra cacete.
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O Kojima tá claramente se divertindo assustando investidores.
Isso significa que OD pode ser:
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Um filme interativo?
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Um jogo sensorial que usa microfone?
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Uma experiência que muda ao vivo?
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Uma rede social disfarçada?
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Um ritual xamânico digital?
Sim. Tudo ao mesmo tempo. Provavelmente.
📆 SEM DATA, SEM DETALHES, SEM NOÇÃO — MAS A GENTE VAI JOGAR MESMO ASSIM
OD não tem previsão de lançamento. E sinceramente? Eu nem quero data. Quero é surpresa. Quero é caos. Quero é abrir o jogo e descobrir que tenho que assinar um termo de consentimento espiritual.
Kojima é assim: Ele não entrega um jogo. Ele entrega uma experiência existencial que te deixa perguntando se o problema é o jogo ou você. E eu amo esse homem por isso.
KOJIMA NÃO SABE SE O JOGO FUNCIONA, MAS EU SEI QUE VOU COMPRAR DIA 1** Porque quando o Kojima está confuso, significa que:
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o jogo é grande,
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a ideia é ousada,
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o projeto é experimental,
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e a indústria inteira vai copiar ele dois anos depois.
OD pode ser um desastre? Claro.
Pode ser uma obra-prima? Também.
Pode ser algo que ninguém entende até hoje? Ah, meu amigo… é Kojima. Isso é praticamente garantido.
E se ele disser amanhã que OD é uma experiência de terror jogada via telepatia, eu vou estar lá, sentado, com headset ligado e pipoca na mão dizendo:
“Mestre, me assuste.”