🧠 Prepare o cérebro… pra deixar ele na porta, porque vamos falar de LOLLIPOP CHAINSAW de novo.
Sim, meus nobres degenerados de plantão, aquela obra-prima da sutileza e do bom gosto, que mistura zumbis, colegial loira, serra elétrica e piadas de quinta categoria com a classe de um clipe da Avril Lavigne em 2004, está voltando com tudo, todos, e talvez até uma adaptação live-action com dublagem ruim! O que antes parecia apenas uma piada que deu certo, agora virou… múltiplos projetos. MULTI. PLOS. Projetos.
🎮 Juliet Starling está voltando e vai te serrar até você chorar glitter
A publisher Dragami Games, que aparentemente achou um baú de nostalgia e dinheiro esquecido atrás do sofá, tá trabalhando em vários novos projetos da franquia Lollipop Chainsaw. E não tá sozinha nessa insanidade gourmet: os caras fizeram parceria com a Nada Holdings, uma empresa de investimentos que, segundo consta, tem como presidente um otaku raiz que jogou Lollipop Chainsaw uma vez em 2012 e nunca mais voltou a ser o mesmo.
Se isso não é critério pra reiniciar uma franquia, então o que seria? Lucro? Aceitação crítica? Qualidade? Bah, coisas de gente fraca!
🤑 Dragami e Nada Holdings: o casamento do fanboy com o investidor sem freio
De acordo com o release, a tal Nada Holdings é especialista em “transmídia”, o que significa que vem aí filme, anime, talvez uma linha de lingerie temática, um cereal matinal e até absorvente com a estampa da Juliet serrando demônios.
James Gunn, o homem que fez “Guardiões da Galáxia” e “O Esquadrão Suicida”, foi um dos roteiristas do jogo original. Então… já pensou? Um filme dirigido por ele? Juliet com participação especial do Groot? Peito com bullet time? A Marvel vai ter que correr atrás.
🧨 Lollipop Chainsaw: o jogo que era meme antes dos memes
Pra quem esqueceu (ou fingiu que nunca jogou), Lollipop Chainsaw foi lançado em 2012, na era dourada do “quanto mais bizarro, melhor”. O jogo era um caos calculado: você jogava com Juliet Starling, uma líder de torcida armada com uma serra elétrica matando zumbis numa vibe “Kill Bill encontra Genshin Impact num surto psicótico com filtro rosa neon”.
O enredo? Um colégio tomado por mortos-vivos, o namorado da protagonista reduzido a uma cabeça falante pendurada na cintura, e vilões que pareciam ter sido desenhados por um adolescente preso num banheiro químico cheirando marcatexto.
🔥 RePop vendeu feito água em rave — então bora fazer mais!
Ano passado saiu o tal do Lollipop Chainsaw RePop, um remaster com gráfico mais polido e a mesma quantidade de bunda, sangue e piada de tiozão na Comic Con. E adivinha? O jogo vendeu que nem pão quente com recheio de nostalgia: 1.5 milhão de cópias.
Claro que isso atraiu atenção de quem só vê cifrão. Mas, pasme: os envolvidos dizem que querem “preservar a essência do original”. A gente sabe o que isso significa: não vai rolar censura. O que é ótimo, porque censurar Lollipop Chainsaw é tipo servir vodka com água. Pra que viver sem um pouco de vergonha alheia explícita e glitter homicida?
🤡 RumbleTech reage: “isso aqui vai virar o Lolliverso e eu não tenho escolha a não ser aceitar”
Olha, meus amigos… já que não tem mais limites pra absolutamente nada na indústria, que venha o Lollipop Cinematic Universe. Eu quero:
-
Um anime dirigido pelo estúdio de High School DxD
-
Uma série animada feita em rotoscopia com voz da Doja Cat
-
Um filme em live-action que ninguém pediu, mas todo mundo vai assistir bêbado
-
Um jogo musical de rhythm game onde você tem que acertar passos de cheerleader enquanto degola zumbis
Porque se for pra transformar o mercado em um parque temático de insanidade e fanservice, então que seja com Juliet Starling liderando a parada montada num dinossauro com asas de glitter.
💬 Conclusão: o mundo tá em chamas, mas pelo menos vai ter Lollipop Chainsaw com dublagem nova
Se você achava que a indústria tava estagnada, achou errado. Agora a gente só recicla franquias de 12 anos atrás com roupinha nova, gritando “é pro fã!”. Mas sabe o que é pior? Funciona. Porque nós, idiotas, AMAMOS essa bagunça.
Então, sim, eu quero mais Lollipop Chainsaw. Quero mais Juliet. Quero mais serra elétrica rosa cortando demônio ao som de rock bubblegum dos anos 2000. Quero um jogo que não tenta te ensinar lição de moral, só quer ver o mundo pegar fogo com purpurina.