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Com o fim de 2017, chegou o momento de dizermos quais foram nossos games favoritos lançados este ano. Tratam-se de jogos que proporcionaram várias horas de diversão para um ou mais membros da equipe, que deram sua opinião a respeito do título que escolheram.

Super Mario Odyssey (Switch)

Opinião de Sammy Anderson: É impressionante como a Nintendo tem essa capacidade única de conseguir reinventar o Mario tantas e tantas vezes. Com Odyssey isso não foi diferente. Ele faz uso dos recursos do Switch de forma primorosa. É uma experiência imperdível para todos os tipos de gamers, um verdadeiro exemplo de como jogos devem ser produzidos e demonstra, do começo ao fim, por que gostamos tanto de jogar videogame.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U, Switch)

Opinião de Gustavo Salomão: Assim como Link acorda depois de 100 anos e redescobre Hyrule, eu redescobri Zelda ao jogar Breath of the Wild. O novo conceito de mundo aberto do jogo inseriu mecânicas originais que valorizam a exploração e a experimentação, proporcionando uma sensação de liberdade nunca vista antes. Essa magia de jogar algo tão inovador em um universo já conhecido faz de The Legend of Zelda: Breath of the Wild não só o melhor jogo do ano, mas o melhor título de lançamento para um videogame desde Mario 64.

Persona 5 (PS3, PS4)

Opinião de Giuseppe Carrino: Eu não sabia o que esperar da minha primeira experiência com Persona, uma série que já existe há mais de duas décadas. O que vi, após mais de 100 horas jogando, foi um dos melhores títulos lançados nessa geração. Sua história bem escrita, personagens inesquecíveis, trilha sonora impecável e jogabilidade inteligente fazem deste game, para mim, o mais competente RPG japonês desde Xenoblade Chronicles do Wii e é por isso que decidi escolhê-lo como meu jogo do ano de 2017.

Horizon: Zero Dawn (PS4)

Opinião de Márcio Pacheco: 2017 contou com vários grandes lançamentos para todos os consoles. Infelizmente eu não cheguei a jogar todos, mas os que eu posso citar que gostei muito foram: Nier: Automata, uma das surpresas do ano, apresentando uma jogabilidade frenética e viciante; Resident Evil 7, com cenas tensas e assustadoras, passando por momentos de prender a respiração e suores frios (do jeito que os fãs queriam!); Sonic Mania e Cuphead também merecem destaque, dois títulos que nos trouxeram de volta a nostalgia dos jogos de plataforma 2D em grande estilo!

Mas o meu jogo favorito do ano é mesmo Horizon Zero Dawn, que conta a história da heroína Aloy em uma Terra pós-apocalíptica dominada por robôs-dinossauros. Como todo bom jogo de mundo aberto, HZD possui um universo imenso cheio de segredos, mistérios, mecânicas e atividades, aliados a um visual impressionante, gameplay dinâmico e um sistema de exploração/customização que vai te deixar várias horas na frente da TV!

Terra-média: Sombras da Guerra (PS4, Xbox One, PC)

Opinião de Rodrigo Flausino: Excetuando o grind extremo ao final do jogo, Terra-média: Sombras da Guerra é um game bem interessante por mesclar desafios com aleatoriedade. Novamente como Talion, agora você poderá recrutar os próprios orcs tanto para te ajudar nos combates quanto para invadir fortalezas, em sequências incríveis de ação. Mas o melhor mesmo do jogo são os confrontos contra os orcs mais poderosos. Se você falhar, ele fica mais forte e mais habilidoso, surgindo o sentimento de revanche, que é conquistado ao vencer ele posteriormente, ou mesmo logo em seguida, rastreando o inimigo.

Cada orc é praticamente único, com falas únicas, tudo em uma ótima dublagem, aliado um gameplay bem fluído e visceral, em um mundo totalmente aberto. Você pode ir com a cara e coragem sem saber as fraquezas, ou conseguir informações no campo de batalha pra ter uma estratégia mais apurada, sabendo o que poderá acontecer no combate.

PlayerUnknown’s Battlegrounds (Xbox One, PC)

Opinião de Jairo Junior: Pode parecer um pouco controverso para alguns, mas meu voto vai para o PlayerUnknown’s Battlegrounds.

Como eu já disse na votação dos outros anos, minha grande paixão é o esporte eletrônico, então apesar do game ainda precisar sim de melhorias na sua otimização, o seu trabalho em popularizar um novo estilo de game competitivo, o Battle Royale, foi incrível.

Outro ponto interessante é que o jogo chegou para dar um pouco de dor de cabeça aos organizadores de grandes competições. Será divertido ver como torneios irão lidar com eventos presenciais dos quais necessitam de 90, ou até 100 super computadores.

Resident Evil VII (PS4, Xbox One, PC)

Opinião de Gabriel Magalhães: Resident Evil VII foi a revitalização que a série precisava, sendo o avanço mais notável desde Resident Evil 4. A nova ambientação, somada a uma perspectiva em primeira pessoa, trouxe de volta o espírito de survival horror que há muito tempo não víamos na série. O que torna este jogo especial é justamente oferecer tudo que os jogadores não esperavam; a sensação de estar descobrindo e jogando algo inteiramente novo ocorre desde os primeiros instantes dentro dele. Para uma série com mais de 20 anos que gradativamente caminhava para oferecer a mesmice, Resident Evil VII é a retomada que a franquia merecia, mostrando que a saga contra zumbis ainda tem muito conteúdo para divertir os fãs.

 

Menções Honrosas – Títulos lançados em 2017 que não foram escolhidos por nenhum membro da equipe como jogo do ano, mas que também jogamos, são excepcionais e merecem sua atenção.

Cuphead (Xbox One, PC)

Hollow Knight (PC)

The Evil Within 2 (PS4, Xbox One, PC)

NieR: Automata (PS4, PC)

Nioh (PS4, PC)

Wolfenstein II: The New Colossus (PS4, Xbox One, PC)

Sonic Mania (PS4, Xbox One, Switch, PC)

Um Feliz Natal e próspero Ano Novo para todos vocês! Muito obrigado pelo apoio que dão ao nosso trabalho aqui na GameHall!