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A Focus Home Interactive e a Deck13 divulgaram o trailer de lançamento para The Surge, que será lançado no Brasil no dia 19 de maio para PS4 e Xbox One, e no Steam um pouco antes, no dia 16 de maio.

Na história você é Warren, um funcionário em seu primeiro dia de trabalho na CREO, uma megacorporação que foi atingida por uma devastadora catástrofe e precisa desvendar o mistério por detrás do que aconteceu.

Já estou jogando e até o momento gostei muito do que vi. As duas primeiras horas pelo menos, foram ótimas. Apesar de ser parecido com Dark Souls, o game possui uma jogabilidade com características próprias. Se quiser tentar obter uma armadura peitoral, por exemplo, você tem de concentrar seus ataques no tronco do adversário. Acertar golpes te faz acumular energia para você finalizar o adversário com um movimento visceral, que nesse caso fornecerá uma chance dele derrubar um item relacionado ao tronco do corpo.

A dificuldade do game sem dúvida alguma lhe fará recordar da franquia da From Software, pois os inimigos te punem sem piedade para cada erro que você cometer. O encontro com chefes (pelo menos o 1º, único que vi por enquanto) ocorre de forma parecida também. Se morrer, terá de passar por uma espécie de barreira eletrônica (similar à névoa de Dark Souls) para poder lutar com ele novamente.

As almas no jogo são sucatas, que você usa para tudo. Subir seu nível, construir e melhorar armas e armaduras, e assim por diante. Quando você morre, o game lhe ajuda a chegar de volta no local de sua morte para recuperar suas sucatas perdidas. É necessário ir até lá o quanto antes pois ao contrário de Dark Souls, há um limite de tempo para que você faça isso. Quando o tempo acaba, você perde suas sucatas para sempre.

Cada tipo de arma pertence a um grupo específico. Quanto mais tempo você usá-la, melhor fica sua proficiência com o tipo dela. É possível combinar ataques verticais e horizontais para criar combos variados.

No PS4 Pro, console no qual estou jogando, há a opção de aproveitar o game em 1080P e 60 fps (Performance) ou 4K dinâmico e 30 fps (Qualidade). O curioso nisso é que existe a necessidade de fechar o jogo e abri-lo novamente para que a alteração entre essas duas opções seja aplicada, exatamente como ocorre em muitos jogos para PC. Também é possível modificar a “Intensidade de Lensflare”, além de ligar/desligar o “Chroma Shift” e “Borrão de Movimento”.

Devo dizer que, ao menos por enquanto, The Surge está me agradando bem mais do que Lords of the Fallen, o título anterior desenvolvido pela Deck13.

A análise completa do game deve estar pronta na semana que vem. Até lá, aproveite o gameplay que gravamos do jogo na sua versão com interface e legendas em português: