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Enquanto que nos EUA adolescentes quase morreram ao invadir propriedade privada, aqui no Brasil já teve a primeira morte associada com o Pokémon Go, o aplicativo de celulares onde o jogador caça Pokémons pelas redondezas, usando realidade aumentada. Segundo o G1, a autônoma Maria Raimunda Ferreira Pereira, de 47 anos, morreu vítima de bala perdida e outras duas pessoas foram baleadas em uma festa no bairro Mauazinho, na Zona Leste de Manaus, na noite de sábado (6 de agosto).

Uma policial militar, de 34 anos, um militar das Forças Armadas, 22, e um homem, de 18, foram detidos após o ocorrido. Os celulares dos suspeitos teriam sido roubados enquanto caçavam Pokémons. Eles teriam ido até o local da festa para procurar os assaltantes e atiraram.

De acordo com a Polícia Civil, os dois homens usaram a arma da policial para efetuar os disparos.

Eles tinham sido liberados pela polícia por não terem antecedentes criminais, mas hoje a Polícia Civil pediu a prisão preventiva dos 3 suspeitos. Segundo o D24AM, a PM negou a participação no crime e afirma que estava embriagada quando tudo aconteceu.

Aquele negócio: é sempre bom tomar cuidado com os pertences e celulares, e or conta do jogo ter virado uma febre, muita gente anda jogando, o que acaba facilitando a ação de bandidos. Só que nesse caso a autônoma levou a pior e a PM não poderia ter deixado eles pegarem a arma, e terem deixado quieto e ignorado os ladrões. Nunca se pode reagir a um assalto e um confronto com armas de fogo pode acabar deixando vítimas, principalmente com vítimas de bala perdida.