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Silent Hill 2 roda pior no PS5 Pro e a culpa agora é da Konami, diz Bloober Team

Remake no console mais caro do mercado parece rodar em geladeira velha

E estúdio polonês manda: “problema não é meu, é da Konami”.

Olha o nível da novela: Silent Hill 2 Remake, lançado ano passado, até agradou geral… mas no PS5 Pro, aquele console vendido como “a evolução suprema da geração”, o jogo roda pior do que no PS5 normal. Sim, você pagou mais caro pra ter menos desempenho. É o famoso modo premium da frustração.

E aí você pensa: “mas cadê a Bloober Team pra resolver isso?” Pois bem, os poloneses já jogaram a bola fora: “isso é com a Konami”. Ou seja, se tá bugado no console top, reclama com a japonesa. Eles só fizeram o jogo, quem tem que arrumar agora é quem assinou o cheque.

PS5 Pro: o console “mais poderoso” que engasga no terror psicológico

A Sony vendeu o PS5 Pro como a máquina que ia botar medo até nos monstros de Silent Hill. Mas o que a galera encontrou foi um remake brilhando tanto na tela que parece que o protagonista tá andando numa rave.

E detalhe: o jogo roda pior no PS5 Pro do que no PS5 normal. É como se você comprasse um carro esportivo e descobrisse que ele anda mais devagar que o Fusca 78 do seu tio.

Bloober Team no modo “não sou eu, é você”

Em maio, a Bloober até disse que tava “trabalhando junto com a Konami” pra resolver a treta. Agora mudou o discurso: “isso é coisa da Konami, falem com eles”.

Traduzindo: Bloober Team deu o famoso migué corporativo. Tipo aquele amigo que promete ajudar na mudança mas no dia aparece com a desculpa: “ih, bro, meu cachorro tá passando mal”.

E olha que a Bloober já é conhecida por fazer jogo de terror que assusta mais pela performance do que pela história. Mas dessa vez eles conseguiram se isentar: se tá quebrado, não é culpa deles, é da Konami. Palmas pra esse passe de calcanhar.

Konami: sempre ela

E claro, sobra pra quem? Konami, a eterna fábrica de decisões duvidosas. Essa é a empresa que já trocou Silent Hill por máquina de pachinko, que transformou Pro Evolution Soccer em “eFootball bug simulator” e agora parece não conseguir ajustar um patch pro console novo da Sony.

É incrível como a Konami consegue transformar até notícia boa em piada. O remake foi bem recebido, a nostalgia bateu forte… mas aí vem a parte técnica e derruba a casa toda.

O “efeito brilhante” que ninguém pediu

Jogadores reclamam de um bug visual que deixa a tela com um brilho estranho no PS5 Pro. Tipo aquele vizinho que instala farol de caminhão na moto. Você tá imerso no terror, mas em vez de sentir medo, só consegue pensar: “por que meu jogo parece uma lâmpada fluorescente?”.

Esse “detalhe” já tirou muita gente da experiência. Afinal, Silent Hill é pra ser sombrio, pesado, psicológico. Não pra parecer que você tá dentro de um comercial de lâmpada LED.

A ironia do console caro

A parte mais engraçada? O PS5 Pro tem suporte pro jogo. Em teoria, era pra rodar melhor, mais bonito, mais fluido. Na prática, roda pior. Quem pagou mais caro tá servindo de beta tester involuntário. É praticamente um curso de humildade gamer: gastou mais, joga pior.

E no PC? Bom, no PC você mexe nas configs, instala mod e resolve. Enquanto isso, o jogador de console fica esperando a Konami decidir se vale a pena corrigir ou se é melhor lançar uma máquina de pachinko temática do James Sunderland.

Quem fica no prejuízo? O jogador, sempre

Enquanto a Bloober passa a bola e a Konami finge que vai resolver, quem fica no meio da treta é você, jogador que acreditou no marketing do PS5 Pro. Comprou o console, comprou o remake, e ganhou de brinde uma experiência mais bugada que save de memory card falsificado.

E aí, cadê a Sony nessa história? Silêncio total. É aquele famoso “se vira com a third-party”. Você comprou o console caro, mas quem garante que o jogo vai rodar direito? Ninguém.

Palavras finais do Rumble zoeiro

Silent Hill 2 Remake provou que ainda dá pra emocionar e assustar. Mas o verdadeiro terror psicológico em 2025 é perceber que seu PS5 Pro, vendido como a besta suprema, roda PIOR do que o console comum.

Bloober Team lavou as mãos. Konami finge que tá olhando. E o jogador? Esse continua andando em Silent Hill com reflexo de LED no olho.

No fim das contas, o único remake fiel foi o da decepção.

Zeca "RumbleTech" Rabelo

Zeca é o cara que joga tudo, reclama de quase tudo, mas só porque ama demais. Analisa jogos com um olho clínico de quem viveu a ascensão do 16-bits, sobreviveu aos gráficos do PS1 e agora exige 60 FPS até pra abrir o menu. Sarcástico, nostálgico e PC Master Race até a alma.
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