Total War: WARHAMMER III – Tides of Torment traz novos Senhores Lendários, porque claramente o mundo precisava de mais formas de morrer horrivelmente! Por RumbleTech, o servo de Slaanesh que ri do sofrimento e joga Warhammer desde antes de existir placa de vídeo decente!
Senhoras, senhores e criaturas do Caos: segurem seus grimórios, amolem suas espadas e peguem um calmante porque a Creative Assembly anunciou Tides of Torment, o novo DLC de Total War: WARHAMMER III, chegando em 4 de dezembro.
E olha… se você achava que já tinha visto insanidade suficiente nesse jogo, espere pra conhecer essa trindade da destruição, formada por:
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Aislinn, o “Senhor do Mar”, basicamente Aquaman com diploma em genocídio;
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Dechala, a “Negada”, meio mulher, meio serpente, 100% terapia coletiva necessária;
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Sayl, o “Infiel”, que é tipo o Voldemort se tivesse feito estágio no RH do Caos.
Sim, Warhammer continua provando que o inferno é real, e é gerenciado pela Creative Assembly com desconto de 10% na Steam.
Aislinn, o Senhor do Mar — o Jeff Bezos dos Elfos Nobres
Ah, Aislinn… o elfo que olhou pra Ulthuan e pensou:
“Sabe o que falta aqui? Colonialismo naval e mais destruição.”
Esse príncipe implacável é o tipo de comandante que invade uma costa, mata todo mundo e ainda posta foto no Instagram com a legenda: “Em nome da paz e do glamour élfico 🌊✨”.
Sua campanha é sobre dominar os mares, conquistar fortalezas e dedicar tudo a deuses elfos que, sinceramente, parecem investidores anjos de startup.
Você conquista portos, ganha bênçãos, recruta tropas lindas e morre afogado em impostos marítimos.
Destaques da frota:
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Elemental do Mar (pra quando você quer que até a água te odeie);
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Serpe Marinha (porque polvo gigante é coisa de amador);
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Companhia de Navio e Cortacéus de Lothern, também conhecidos como “os que vão morrer primeiro enquanto você admira a animação da água em 4K”.
Dechala, a Negada — Slaanesh em forma de pesadelo fashion
Agora vamos falar de Dechala, a diva infernal que entrou pra Slaanesh e nunca mais saiu da passarela do sofrimento.
Metade mulher, metade serpente e inteiramente problema, ela carrega seis espadas, porque uma só não expressa todo o ódio acumulado em milênios de rejeição demoníaca.
Sua campanha é sobre escravidão, depravação e economia decadente — basicamente, um simulador político moderno com estética mais interessante.
Você captura povoados, transforma em acampamentos de escravos, e os drena até sobrar só poeira, dor e vibes de reality show infernal.
Seu exército? Um desfile da insanidade:
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Busca-prazeres que lutam dançando;
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Slaangors com mais músculos que cérebro;
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E o Preyton, uma criatura que parece o resultado de um pesadelo coletivo com asas.
Dechala é a prova viva (ou quase viva) de que Slaanesh faz tudo com estilo — inclusive o apocalipse.
Sayl, o Infiel — o estagiário favorito do Caos
E, finalmente, temos Sayl, o feiticeiro mutante que é tão confiável quanto Wi-Fi de taverna.
Esse mago é o tipo de pessoa que te promete poder, mas no fim rouba seu altar e sua senha do banco.
Sua campanha gira em torno de altares do Caos, rituais sombrios e manipulação política — ou como chamamos hoje em dia: terça-feira no Congresso. Ele pode trair, corromper, invocar horrores e provavelmente esquecer o nome dos próprios deuses, porque, bom, ele é o Infiel.
No campo de batalha:
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Beorg Marca de Urso, que é basicamente um urso com crises existenciais;
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Quimera e Ettin Amaldiçoado, monstros perfeitos pra quem acha que equilíbrio de jogo é mito;
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E claro, a Bocarra Pavorosa, que é o nome do meu ex… quer dizer, do meu pesadelo.
O caos nunca vem sozinho (mas vem caro)
Tides of Torment promete trazer novas campanhas, mecânicas e unidades, tudo isso embalado em uma experiência que a Creative Assembly descreve como “profunda e imersiva” — o que, traduzindo, significa “prepare o SSD e o cartão de crédito”.
Mas sejamos sinceros: eu vou comprar. Você vai comprar. Todos nós, pobres escravos do Warhammer, vamos comprar. Porque Warhammer é aquele relacionamento abusivo que a gente já desistiu de deixar.
Por que Warhammer é a melhor coisa que já aconteceu à minha sanidade (e também a pior)
Warhammer III é o único jogo onde você pode ver um elfo aristocrata lutando contra um demônio de seis braços enquanto um urso de duas cabeças ataca uma quimera, e ainda assim achar que faz sentido.
E é por isso que eu amo essa franquia.
Cada DLC é uma montanha-russa de insanidade e genialidade. Você pensa “agora acabou”, e eles lançam mais um pacote com piratas caóticos que invocam deuses em navios voadores.
E o pior? Funciona. É lindo. E minha GPU chora cada vez que abro o mapa de campanha.
O caos é eterno, e eu tô dentro
Então sim, Tides of Torment é mais uma expansão que mistura loucura, magia e destruição de amizades online.
Aislinn vai dominar os mares, Dechala vai destruir sua fé na humanidade, e Sayl vai te convencer a fazer pacto com um demônio por um buff de +5% em corrupção.
E eu? Eu estarei lá, rindo, com minha caneca do Caos, dizendo:
“Só mais uma rodada, só mais um turno…”
E quando meu PC fritar, vou chamar isso de ato de devoção a Slaanesh.