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Com o surgimento da Steam e as mídias digitais, aliada ao avanço tecnológico, os games independentes estão ficando cada vez mais comuns e a tendência é só de crescimento. Geralmente os poucos recursos são compensados com uma grande criatividade, obrigando os desenvolvedores a botarem o cérebro “pra funcionar”, resultando em experiências inovadoras e divertidas o suficiente para se destacarem entre os outros.

Como criatividade é notoriamente um ponto forte do povo brasileiro, vários games eletrônicos estão sendo produzidos em nosso país e ganhando destaque no cenário nacional e internacional. Pensando nisso, escolhemos dez jogos brasileiros para ficar de olho em 2015, ou mesmo já “botar a mão na massa”, visto que vários já foram lançados. Lembre-se que é uma seleção, e se algum game ficou de fora deixe nos comentários.

OBS: Não estão em ordem de importância. 

Toren

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Sem dúvidas este foi um dos mais aguardados no cenário brasileiro dos jogos independentes. Sendo beneficiado pela lei rouanet, demonstrando que o Brasil está finalmente começando a dar a devia importância ao mercado de games, o jogo foi adiado inúmeras vezes e foram três longos anos de espera.

A demora valeu a pena, visto que Toren é uma experiência bastante caprichada tanto a nível técnico quanto na imersão do jogador, tendo também uma narrativa caprichada, além do ótimo ritmo e ser relaxante. Muitos consideram o Shadow of Colossus brasileiro graças a atmosfera e o estilo do jogo, sendo que o maior defeito é sua curta duração. Desenvolvido pela gaúcha Swordtales, ele já pode ser adquirido na STEAM e em mídia digital para o PS4.

Krinkle Krusher

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No estilo “tower defense”, o jogador precisa defender o seu castelo de monstros coloridos conhecidos como Krinkles, e para isso é necessário usar poderes elementais, feitiços, combate corpo a corpo, etc. Inicialmente planejado para fevereiro deste ano, ele foi adiado e a promessa é que chegue até o meio do ano. Está sendo desenvolvido pelo estúdio mineiro Ilusis e será lançado para PS4, PS3 e PSVITA.

Chroma Squad

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Ganhando grande destaque nos últimos tempos, Chroma Squad é um RPG tático no melhor estilo Final Fantasy Tactics e Shining Force, colocando como protagonista cinco dublês das séries Super Sentais do Japão (que sempre chegam aqui no ocidente como Power Rangers) num estúdio de TV para protagonizar as cenas de batalha. É possível montar um mecha (ou Megazord), batalhar contra os inimigos, e criar estratégias para ir avançando no jogo. Criativo e engraçado, o game foi lançado no ultimo dia 30 de Abril na STEAM e está ganhando uma enorme repercussão positiva.

Odallus: The Dark Call

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Ama MetroidVania? Então definitivamente este game você precisa ficar de olho! Sendo no mesmo estilo de Castlevania Symphony of the Night, ele utiliza um estilo gráfico do Nintendinho 8bits, e o objetivo é explorar um mapa gigante, pegando “itens aqui” para destravar “partes acolá”, ganhando novas habilidades, e tudo que você conhece num bom jogo do gênero. Mesmo assim, ele também é dividido por fases, se inspirando também nos jogos clássicos da série de vampiros. Previsto para ser lançado ainda este ano.

Ninjin: Clash of Carrots

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Desenvolvido pelo estúdio paulistano Pocket Trap, Ninjin tem combates inspirados em Dynasty Warriors e um sistema de itens e customização que afeta não só a jogabilidade, mas também o visual do personagem. Com combates frenéticos distribuídos em mais de 50 fases, além de gráficos bacanas, as versões para PS4, Ps3, PS Vita e PC devem ser lançadas ainda este ano.

Tcheco in the Castle of Lucio

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Sendo uma versão turbinada do desafiador Tcheco no Castelo do Sarney lançado ano passado, “Castle of Lucio” tem este nome em homenagem ao clássico da SEGA Castle of Illusion estrelando o Mickey Mouse. Ele é um plataforma 2D que homenageia os clássicos 8bits com um estilo totalmente retrô, tendo como diferencial a ênfase na comédia! A primeira versão pode ser baixada gratuitamente no site oficial. Castle of Lucio está no serviço Greenlight da Steam, e deverá ser paga, porém o desenvolvedor promete que será “o mais barato possível”, e também que grande nível de dificuldade do original deverá ser suavizado para ter um apelo mais amplo.

Treeker: Os Óculos Perdidos

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Sem dúvidas a criatividade é o ponto forte do jogo. Sendo um plataforma 3D em primeira pessoa com elementos de puzzle, a ideia é você encontrar um óculos que aparece em diversos momentos importantes da história da humanidade, mas que todos acreditam ser apenas um detalhe sem importância, ou apenas de uma lenda. O objetivo é chegar até ele e descobrir o que ele realmente faz. Desenvolvida pela Blubox Software, o game já está disponível na Steam, e ainda possui suporte para o controle do Xbox 360.

Better Late Than Dead

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Ou em português “Antes tarde do que Morto”, ele é um típico survival horror cujo protagonista acordou sem memórias numa ilha deserta. Como de se esperar, ele terá de encontrar uma forma de escapar, e ao longo da trama  vai descobrindo pouco a pouco a sua história. Com gráficos visivelmente caprichados, a desenvolvedora também promete trazer uma experiência rica, em que praticamente tudo afeta o desempenho do personagem: a fome, os ossos quebrados, a chuva, etc. É desenvolvido pela paulistana Odin Game Studios e será lançado para PS4 e Steam! Ainda não há uma data de lançamento.

Porcunipine

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Porcunipine é um party game que te coloca no papel de um porco espinho numa arena para derrotar outros da sua espécie unicamente com o poder dos próprios espinhos. De jogabilidade simples e viciante, o game foi lançado dia 21 de Maio na STEAM, e contrasta o “fofo” com mortes bem sanguinárias. Foi desenvolvido pela brasileira Big Green Pillow.

Magenta Arcade

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Do estúdio Long Hat House em Belo Horizonte, Magenta Arcade já foi lançado na Apple Store e está fazendo um relativo sucesso no cenário independente. O estilo é o clássico jogo “de navinha” antigo, só que ao invés de nave, é o seu dedo que fica na tela, visto que você é um Deus e ela servirá como o avatar do jogo.

A ideia é fugir dos inimigos, atirar neles de diferentes formas dependendo de como você aperta a tela, e eventualmente tirar o dedo para não ser atacado. O único porém para os jogadores de primeira viagem é que este game é realmente desafiador, daqueles que dá vontade de “jogar o celular longe”, mas também é um prato cheio para os que curtem o gênero.