Bandai Namco revela Origami e Shigin, dois guardiões que prometem tanto poder quanto carisma — e um leve caos intertemporal.
🧙♂️ Por Kazin Mage, arquimago entusiasta de JRPGs com timelines malucas e personagens que parecem saídos de um pergaminho místico ilustrado por deuses otakus.
Ahhh… a brisa espiritual sopra forte sobre as terras encantadas da Vila Shinju, meus caros. E junto com ela, os ventos da revelação trazem não um, mas dois novos companheiros místicos em Towa and the Guardians of the Sacred Tree, a próxima grande epopeia JRPG da Bandai Namco, marcada para 19 de setembro.
Origami e Shigin são os novos nomes sussurrados entre os santuários e os fóruns de RPG. Dois seres místicos, cada qual com seu passado, seu poder… e sua dose de carisma que deixaria até mesmo o velho Sephiroth com inveja.
Mas antes que você pense que estamos diante de um simples JRPG com mascotes carismáticos e espada mágica — Kazin te garante: aqui há mais camadas do que cebolas de masmorra ancestral.
🌿 Origami: a anciã que parou de tomar chá para bater em demônios
Vinda da enigmática Vila Musuhi, um lugar onde a expectativa de vida é tão alta que os habitantes provavelmente assistiram ao surgimento do primeiro slime da história, Origami não é só uma sábia de longas eras — é também uma guerreira determinada que resolveu pausar seu papel de matriarca para ajudar Towa, a protagonista.
Seu motivo? Uma maldição sombria que se espalha por sua terra natal, provavelmente lançada por algum espírito rancoroso que não foi convidado pro ritual de solstício. Sua sabedoria mística é refletida em sua jogabilidade: engenhosa, estratégica, e cheia de habilidades únicas, ela promete ser aquela personagem que você leva pra batalha por segurança… e fica por amor.
🦊 Shigin: o ronin das terras distantes (e das orelhas fofinhas)
Já Shigin vem de um lugar além das fronteiras da compreensão humana — ou, pelo menos, além dos mapas fornecidos no tutorial. Ele é um espadachim veloz, de fala estranha e gírias que provavelmente fariam um tradutor mágico chorar. Mas não se engane: por trás das orelhinhas de raposa e do ar exótico, há um ódio profundo pelos Magaori, os asseclas de Magatsu, o grande vilão da jornada.
Shigin se junta a Towa por vingança, e vamos combinar — o melhor tipo de motivação em qualquer história samurais-espirituais-multitemporais. E o detalhe é claro: quanto mais fofo o personagem, mais destruição ele causa. É uma lei dos JRPGs desde que o primeiro chocobo aprendeu a correr.
🗡️ Espada Sagrada e Cajado de Kagura: a dança da dupla
A estrutura de Towa and the Guardians of the Sacred Tree é como uma sinfonia mística de duplas. Em cada missão, o jogador escolhe dois Guardiões: um empunha a espada sagrada Tsurugi, enquanto o outro carrega o cajado mágico Kagura. São Yin e Yang, força bruta e mana refinada, otaku de ação e nerd da magia.
Cada personagem carrega habilidades únicas, que não apenas se desenvolvem nas batalhas e masmorras, mas também por meio do vínculo com a Vila Shinju — um local vivo, que evolui conforme a narrativa se desenrola em múltiplas linhas do tempo.
Sim, você leu certo: o jogo tem viagens temporais, o que nos leva ao tópico seguinte…
⏳ A Vila Shinju: lar, refúgio e paradoxo
A Vila Shinju não é apenas o hub onde os personagens descansam entre as batalhas — é também um repositório emocional e narrativo que cresce com o tempo. Literalmente. Conforme você avança nas missões, os anos passam. Os personagens amadurecem, o mundo muda, e as consequências das suas escolhas reverberam através dos séculos.
Você pode forjar espadas, aprimorar armaduras e descobrir receitas antigas de culinária ancestral (provavelmente com arroz espiritual). NPCs ganham novas histórias, seus aliados desenvolvem sentimentos, e tudo isso está entrelaçado numa tapeçaria de mitos, tragédias e… lo-fi.
🎶 E o som? Ah, o som…
Vale lembrar que o jogo também terá um modo especial inspirado em Samurai Champloo, com trilha sonora lo-fi durante a exploração e combate. Uma escolha estética que, sejamos francos, é perfeita: samurais místicos, florestas sussurrantes, e beats suaves enquanto você decepa demônios. O Kazin aprova com selo de “É estranho, mas funciona.”
🎮 Plataformas e presságios
Towa and the Guardians of the Sacred Tree será lançado para PC, PlayStation 5, Nintendo Switch e Xbox Series X|S — ou seja, até o RumbleTech vai poder jogar! Mas ele provavelmente vai reclamar da taxa de quadros no Switch e pedir uma edição ultra-max-power com 240hz no PC, o que não muda o fato de que a jornada está vindo para todos.
🌸 Um sopro de esperança em tempos de remakes infinitos
Em tempos onde todo jogo novo parece ser o velho disfarçado com filtros HD e nostalgia vendida a preço de ouro, Towa and the Guardians of the Sacred Tree surge como uma lufada de ar místico. É um jogo que aposta em narrativas espirituais, personagens marcantes, e sistemas de combate pensados para desafiar e emocionar.
E com cada novo trailer, a vila cresce. O mistério se adensa. E a lenda de Towa… começa a se escrever.
Prepare sua alma, Guardian. A Árvore Sagrada te chama.