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De acordo com a PSafe, uma das maiores empresas brasileiras especializadas em segurança e performance mobile, foram bloqueados por ela nos primeiros 15 dias após o lançamento de Pokémon Go no Brasil mais de 120 mil ataques cibernéticos relacionados ao jogo. Ao todo, foram encontrados mais de 300 tipos de ameaças diferentes.

Segundo a empresa, diversos vírus se espalharam pelas lojas de aplicativos para causar transtornos aos jogadores de Pokémon Go. Entre os principais registros, estão malwares que fingem ser guias de como jogar, buscadores de Pokémon que prometem mais Pokébolas, entre outros. Há também vários aplicativos falsos e maliciosos na Google Play com o mesmo nome do jogo verdadeiro, visando confundir o usuário.

Um dos vírus mais graves encontrados chega a “sequestrar” o smartphone do usuário. Com o mesmo nome do game, o vírus Pokémon.ScreenLocker solicita autorização de administrador para o usuário e bloqueia a tela do celular, impedindo que o dono consiga acessar qualquer funcionalidade do aparelho. Nem mesmo dar os comandos para desligá-lo é possível. A única forma de voltar a ter o smartphone desbloqueado com suas funcionalidades é pagando um valor de “resgate” na conta do hacker.

A PSafe recomenda que os jogadores baixem somente aplicativos certificados, tenham um antivírus confiável, como o PSafe Total, instalado no celular, tenham cuidado com as permissões de aplicativos e usem senhas fortes para evitarem estes e outros problemas.