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Estimular jogadores em diferentes níveis sem apelar para a sensualidade barata. É assim que Tameem Antoniades, chefe de design da Ninja Theory, define a experiência que a produtora pretende proporcionar com “Devil May Cry”.

“Se é verdade que a média dos jogadores é de 30 anos – o que acredito – você não pode usar truques baratos para convencê-los a comprar o jogo. Não tenho nada contra seios grandes, gostaria de me deitar em um par deles agora”, brincou Tameem. “Mas se você quer estimular pessoas em diferentes níveis, há formas melhores de se fazer isso”, comentou.

“È possível fazer mulheres atraentes sem ser apelativo. Um bom exemplo disso é Trip, de “Enslaved” que é mais atrativa do que uma garota qualquer carregando uma arma grande”, concluiu o produtor.

Toque ocidental

Em desenvolvimento conjunto pela divisão americana da Capcom e a Ninja Theory, estúdio responsável por “Heavenly Sword” e “Enslaved”, a próxima entrada na série de ação da Capcom apresenta um Dante mais novo e promete dar vida nova à franquia. O título ainda não possui uma data de lançamento definida.

“DmC” é o primeiro jogo da série produzido por um estúdio ocidental. Antes dele, todos os “Devil May Cry” foram produzidos internamente pela Capcom, no Japão.

A história do jogo retrata um mundo “duplo”, onde nada é o que parece e a linha entre o bem e o mal é constantemente distorcida. Dante entra nesse mundo com a intenção de vingança a qualquer preço, e vai utilizar poderes humanos, demoníacos e angelicais para alcançar esse objetivo.

“Devil May Cry” está em desenvolvimento para PlayStation 3 e Xbox 360.