Share Button

Durante a GDC 2017 em São Francisco, a Microsoft deu mais informações a respeito de como a computação em nuvem irá funcionar para que o jogador possa causar mais destruição no mundo de Crackdown 3.

No painel sobre isso, um vídeo foi apresentado comparando a física do jogo rodando em um cluster Azure (nome da plataforma de computação em nuvem da Microsoft) e em uma máquina local que não era um Xbox One, mas um computador de ponta equipado com uma GTX 980 Ti, um poderoso processador e bastante memória.

No lado esquerdo da imagem, os prédios estão sobrepostos com cores diferentes. Cada uma representa um servidor individual de física trabalhando enquanto o jogo roda. À medida que a destruição aumenta, a máquina local não consegue dar conta e a taxa de quadros cai, enquanto que o cluster Azure consegue distribuir as computações em múltiplos servidores para lidar com o poder adicional de processamento requerido.

Todos os dados retornam ao servidor do jogo, com streams configuradas para cada cliente do jogo, permitindo “muito mais capacidade física do que vimos no passado,” criando um “mundo destrutível verdadeiramente massivo.”

Adicionalmente foi dito que com múltiplos jogadores no mesmo mundo, a destruição vai além do que uma única máquina consegue dar conta, razão pela qual a configuração com múltiplos servidores que você pode ver na imagem acima foi desenvolvida, para poder dar suporte ao jogo.

Crackdown 3 sai este ano para Xbox One e PC.

Via DualShockers