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China limitará acesso de menores de idade a redes sociais e streaming

Um novo artigo publicado pelo South China Morning Post afirma que a China expandirá suas restrições de acesso a conteúdos online aos menores de idade, incluindo streaming de jogos, vídeos, áudios e redes sociais.

As novas regulações, que atualmente encontram-se abertas para receber feedback do público, obrigam que todos os provedores de serviços online criem um modo de acesso voltado para menores, com limites para o tempo de uso, conteúdo permitido e quanto podem gastar em compras online.

O documento sugere que os usuários de internet na China que são menores de idade aumentou para 183 milhões, e a “taxa de penetração de internet” para eles está em 94,9%, bem acima da média mundial de 70,4%. Os legisladores assumem que a internet é uma ferramenta educacional poderosa, mas que também abre as portas para “informações ilegais e ruins”, com as quais as crianças e adolescentes geralmente não estão preparadas o suficiente para lidar.

Por causa disso, o ditador chinês Xi Jinping ordenou que o país “fortaleça a responsabilidade” das plataformas de internet para focar “na proteção dos menores online”.

Caso a nova legislação seja aprovada (bastante provável), todas as desenvolvedoras de jogos, plataformas de streaming, vídeos, áudio e redes sociais que atuam na China precisarão se adequar à nova realidade. Até mesmo fabricantes de hardware (smartphones, PCs e videogames) terão de instalar softwares de restrição de acesso nos seus produtos antes de lançá-los no mercado.

Conforme relatado pela Reuters, algumas empresas chinesas como Tencent Video e iQIYI já implementaram o novo modo de acesso voltado para menores de idade. Contudo, com as sucessivas restrições impostas pela ditadura chinesa, a Tencent, iQIYI e o site de compartilhamento de vídeos, Bilbili, perderam muito valor de mercado desde o começo de 2021.

Via PC Gamer

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