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5 FILMES baseados em JOGOS que são MUITO RUINS

A maldição que permeia a maioria das adaptações dos games nos cinemas!

Com o sucesso do filme de Sonic 2 que “rompeu barreiras” e se tornou um dos poucos filmes que está sendo massivamente bem recebido, por que não lembrar das adaptações de games para o cinema que foram um fiasco? Hoje, trazemos 5 filmes baseados em jogos que ficaram muito ruins.

1 – Super Mario Bros (1993)

Com o gigantesco sucesso que os games do Mario faziam desde a década de 1980, nada mais justo que adaptar os encanadores italianos para as telonas, sendo a primeira adaptação de um game para o cinema em toda a história. A produtora conseguiu uma licença para terem “passe livre” para a adaptação cinematográfica, e os roteiristas quiseram que o filme fosse de comédia, ao mesmo tempo que tivesse um tom “estranho e sombrio”, influenciado pelo Caça Fantasmas e o Mágico de OZ. Já o jogo em que ele foi inspirado foi o Super Mario World do Super Nintendo.

Essa mistureba acabou não dando certo e o filme foi massivamente mal recebido pelo público e pela crítica. O consenso é de que a história é confusa, e o longa é muito distante dos games. No entanto, foi elogiado pelos efeitos especiais que, para a época, eram inovadores, e pela boa atuação dos atores. No entanto, o fracasso acabou fazendo com que a Nintendo não deixasse ter outro filme live-action com suas marcas por muitos anos, até finalmente surgir o Detetive Pikachu em 2019, sendo que este foi bem recebido. Além disso, a bilheteria não cobriu os custos de produção, arrecadando 38 milhões de dólares, enquanto o filme custou 48 milhões.

2 – Mortal Kombat: A Aniquilação (1997)

Se o primeiro filme foi uma adaptação considerada decente e acabou rendendo sucesso comercial, sua sequência é considerada uma baita “dor de cabeça” para a New Line Cinema. Considerado por muitos como “bom por ser muito ‘trash'”, o Mortal Kombat: Aniquilação tem efeitos especiais com visível baixo orçamento, cenas de luta forçadas, história também forçada, troca de atores para exercer o mesmo personagem do primeiro filme e alguns diálogos que dão vontade de rir.

Foi tão ruim que um terceiro filme planejado foi cancelado, e só em 2021 houve um novo longa-metragem em forma de reboot, sendo este mais bem recebido.

3 – Street Fighter: The Legend of Chun Li (2009)

O filme de 1995 contou com um elenco estelar, incluindo Raul Júlia, Jean-Claude Van Damme e até a cantora Kylie Minogue, o que acabou rendendo sucesso comercial, apesar de também receber muitas críticas e ser considerado um fiasco, especialmente dos fãs da série de luta.

No entanto, o reboot de Street Fighter de 2009 para as telonas foi massivamente mal recebido e é considerado um dos piores filmes de todos os tempos. Roteiro ruim, direção ruim, atuações ruins, cenas de luta ruins também. Fora que rendeu um baita prejuízo para a Fox, que investiu 50 milhões de dólares, mas o filme arrecadou só 12 milhões, levando a sequências planejadas serem canceladas.

4 – Double Dragon (1994)

Outro fracasso universal, o Double Dragon é considerado um grande fiasco pelo amadorismo em todos os sentidos. A história clichê e simplória demais que subestima a inteligência do espectador, diálogos forçados, roteiro falho e incongruente, e simplesmente não é divertido. Este aqui não satisfaz nem mesmo os fãs mais fervorosos. Mesmo com um orçamento considerado baixo, de 7 milhões, a bilheteria não cobriu os custos de produção, já que foi 4 milhões.

5 – Alone in the Dark (2005)

Baseado no jogo Alone in The Dark: The New Nightmare de 2001, este aqui tem 1% de aprovação no Rotten Tomatoes e é mais um que entra na lista de um dos piores filmes já feitos em toda a história. O filme foi tão ruim que ele ganhou vários prêmios como o pior no Stinkers Bad Movie Awards, incluindo Pior Fotografia, Pior Atriz (Tara Reid), Piores Efeitos Especiais e Pior direção.

O único ponto que não ganhou foi na música tema “I Wish I had An Angel” do Nightwish, já que essa música é, de fato, muito elogiada pelos fãs da banda e talvez seja a única coisa que se salve. É tão ruim que serve como uma experiência antropológica de como não fazer filmes muito ruins.

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